"Eis aí um povo antigo, ansioso por entrar na nova luta."
(Fausto, segunda parte, W. Goethe)}

A primeira peça concebida e escrita pela Companhia do Latão dá início à mais importante tarefa da pesquisa do grupo: a formação de uma escrita teatral brasileira. Nasce, entretanto, da leitura de algumas fontes literárias como as crônicas do livro Assombrações do Recife Velho, de Gilberto Freyre, e o poema dramático Fausto de Goethe.

Estreou em outubro de 98 no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, tendo já se apresentado em Recife, cidade onde se passa a narrativa, e no interior de São Paulo. Esta história, que se conta do ponto de vista da escuridão do teatro, faz retratos de várias modalidades de comércio entre os homens.

FICHA TÉCNICA DE O NOME DO SUJEITO

Edgar Castro : Bonequeiro de rua / Wagner.
Georgette Fadel : Administrador do Teatro / Carneiro / Graça / Charlatão.
Gustavo Bayer : Velha Branca / Firmino.
Maria Tendlau : Margarida.
Otávio Martins : Padre.
Ney Piacentini : Boneco Ludwigo / Antonio Lyra.
Texto: Sérgio de Carvalho e Márcio Marciano a partir de sugestões cênicas e improvisações do grupo de atores da Companhia do Latão.
Direção musical: Lincoln Antonio.
Cenografia e figurinos: Márcio Medina.
Iluminação: Paulo Heise e Wagner Pinto.
Direção técnica: Francisco Bruno.
Preparação vocal: Sandra Ximenez.
Colaboração em dramaturgismo: Uta Atzpodien.
Direção: Sérgio de Carvalho e Márcio Marciano.



 

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